O avanço de micro empresários e até macro empresários deve-se consolidar totalmente no digital até 2026.
"Não há nada de ilegal nisso! Pelo contrário: é o direito de cada trabalhador experiente que sabe muito mais na prática do que a maioria dos estudantes", afirma pedagogo Iran Moura.
Você já perdeu uma boa vaga de emprego em uma grande empresa para outra pessoa com menos capacidade e experiência só porque ele tinha um diploma técnico?
Parece um tanto injusto que a burocracia das empresas faça com que pessoas mais experientes e habilidosas ocupem cargos menores na hierarquia e tenham salários mais baixos apenas por um ‘certificado ou diploma’..
Mas o diploma é, e vai continuar sendo por muito tempo, uma das formas da empresa garantir que o profissional tenha a qualificação, conhecimento e habilidades que deveria para ocupar cargos de maiores responsabilidades.
Pensando dessa maneira, os profissionais chegam a uma conclusão “óbvia”: ‘não ter experiência e fazer um curso técnico pode ser melhor, já que continuo perdendo minha vaga para estudantes inexperientes’.
Em contrapartida, o IBQP - Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional afirma que a experiência não só vale mais, como pode se transformar em diploma técnico – de um jeito totalmente legal e em apenas 20 dias.
Então, se você está pensando em correr para se cadastrar em um curso técnico para ter seu diploma, o dono e diretor pedagógico do IBQP, Prof. Iran Moura, alerta:
“A Lei te permite fazer uma prova e receber seu diploma em casa, sem burocracia, os altos custos e o grande investimento de tempo necessários em cursos comuns. Tudo isso com o diploma técnico por competência.”
Mas, antes de qualquer coisa, vamos falar mais sobre o Curso Técnico comum para saber quais as diferenças para o Diploma Técnico por Competência. Veja a matéria na íntegra!
Em 2025, o Brasil teve 1,9 milhão de matrículas no Curso Técnico, mas apenas 8% dessas pessoas realmente concluíram o curso presencial, segundo dados da Education at a Glance 2019; enquanto isso, a média geral contando com outros países na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) é de 40%.
Isso significa que os brasileiros têm maior dificuldade para finalizar os 18 meses de curso presencial – muitas vezes pelo alto investimento no curso, mudanças no mercado, desemprego, falta de tempo ou necessidades financeiras.
Para resolver esse problema e conseguir o diploma técnico, muitas pessoas acabam optando pela educação EAD, mas acabam não finalizando também, por dificuldades de adaptação a modalidade a distância e falta de tempo.
Quando falamos das pessoas que terminaram o Curso Técnico, estamos falando basicamente de quem saiu do ensino médio, ingressou no curso técnico e ainda não têm experiência prática.
Enquanto isso, muitas pessoas com experiência perdem vagas de empregos para esses candidatos, mesmo com maior experiência e conhecimento prático, simplesmente por não terem um diploma que ateste suas habilidades.
Prof. Iran Moura, Dono e Diretor Pedagógico do IBQP, afirma:
“O problema não está necessariamente no mercado. Cada vez mais, a demanda aumenta; o mercado pede por profissionais de nível técnico para trabalhar na área; inclusive, existem diversas vagas de concursos públicos com ótimos salários.
Além disso, as possibilidades de trabalho para quem tem curso técnico tendem a melhorar, já que a procura nos próprios concursos públicos aumentaram e o mercado está começando a valorizar e dar mais importância para a mão-de-obra técnica.
A boa notícia é que a Lei garante que trabalhadores com experiência consigam reconhecimento formal das suas habilidades e conquistem essas novas vagas do mercado com um diploma de técnico por competência, sem precisar passar 2 anos sentado na cadeira.
Mas, infelizmente, poucas pessoas conhecem essa oportunidade e continuam insistindo em cursos técnicos presenciais, gastando tempo e dinheiro sem necessidade.”
Por necessidade dos trabalhadores e falta de mão-de-obra nas empresas, muitas pessoas já entram no mercado e aprendem na prática as funções técnicas, mesmo que a assinatura na carteira e o salário no fim do mês não correspondam aos cargos de nível técnico.
Ou seja: essas pessoas trabalham como se fossem técnicas, têm habilidades de cargos mais elevados, mas continuam registradas em cargos hierarquicamente menores e com salários mais baixos, porque não têm formação ou um diploma técnico.
Mas o que impede esses profissionais de conseguir o diploma e assumir os cargos técnicos que já são encarregados na prática?
“É um ciclo vicioso: os profissionais recebem pouco, então não conseguem pagar por anos de curso técnico, fora alimentação, passagens de ônibus e outras despesas para concluir pelo menos 2 anos de curso. Sem contar que muitos deles desanimam de investir tempo e dinheiro em informações que já conhecem na prática, tornando o curso apenas um meio para conseguir o tão sonhado diploma.”
Iran também alerta que a carga horária do serviço costuma ser alta, então quase não sobra tempo para que esses profissionais gastem quase 3 horas do dia estudando + tempo de deslocamento:
“Alguns fazem um esforço, mas outros costumam ter filhos, marido, esposa… Uma família para cuidar. Então, é difícil ter toda essa disposição. A conclusão de cursos técnico costuma ser feita pelos mais jovens. Enquanto isso, quem realmente tem experiência e só precisa de um diploma, acaba ficando para trás por algo que, até então, estava fora do seu controle.”
Além disso, os valores do curso técnico variam entre 300 a 600 reais por mês. É um valor considerável ao longo de 24 meses.
O Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional fez o cálculo de quanto realmente custa um diploma técnico de 2 anos. Veja abaixo:
| Tipo de gasto | Quanto tempo | Qual valor? | Qual o total? |
|---|---|---|---|
| Passagem | 600 dias úteis | R$ 9/dia (ida e volta) | R$ 5.400,00 |
| Mensalidade Curso | 24 meses | R$ 230/mês | R$ 5.520,00 |
| Alimentação + outras despesas | - | - | Aprox. R$ 1.700,00 | TOTAL | - | - | R$ 12.620,00 |
Segundo Iran, para quem não tem conhecimento e experiência, é válido pagar o curso técnico e se aprofundar em alguma área, conhecer e garantir novas oportunidades. Mas, para quem já possui experiência, acaba não compensando:
“O profissional que já está no mercado, atuando como técnico sem ter diploma, já tem todo o conjunto de habilidades necessárias para ter um salário maior e uma carreira, a única coisa que está no caminho é um pedaço de papel, que, neste caso, fica por 12 mil reais; isso é muito caro e desnecessário.
Enquanto isso, o IBQP realiza o sonho de vários profissionais e permite que eles tirem o diploma de técnico em 20 dias, sem precisar frequentar aulas.
Essa é a vantagem do Certificado Técnico por Competência: a pessoa se forma em apenas um mês, é reconhecido em todo o Brasil, consegue vagas maiores em concursos públicos ou na própria empresa e, muitas vezes, recupera o investimento no primeiro salário.”
De acordo com uma pesquisa realizada em grandes canais, como Glassdoor, Educa Mais Brasil e Salário.com, a redação concluiu que um profissional técnico no Brasil ganha, em média, R$ 5.500.
* O segmento que mais vai aumentar e está previsto para ter alta demanda de contratação até 2025 é o de Técnico. A média de salário já começa alta, como visto acima.
“Imagine quantas pessoas possuem experiência, mas não têm diploma. A intenção é transformar experiência em diploma, sem precisar de anos de aulas desnecessárias.”
Ao contrário do diploma comum, a Certificação Técnica por Competência não é emitida depois de 2 anos de estudos, mas sim ao concluir com sucesso uma prova que testa sua habilidade, conhecimento e experiência.
Se você trabalha, por exemplo, como eletricista de manutenção industrial há 2 anos, pode fazer uma prova para testar seus conhecimentos e, se você tiver 70% de aproveitamento, consegue obter seu diploma de técnico em eletrotécnica em 20 dias, sem passar por qualquer aula.
Segundo uma pesquisa da Consultoria ManpowerGroup, os cargos de nível técnico e de profissionais com habilidades e conhecimentos técnicos específicos são os que as empresas mais têm dificuldades para preencher no Brasil.
A qualificação técnica ainda é considerada um grande gargalo, mas ao mesmo tempo, é uma das grandes possibilidades de aumentar a produtividade e a qualificação da mão-de-obra para as empresas no País.
Isso significa que as empresas estão torcendo para que profissionais com experiência na área conquistem os diplomas o mais rápido possível e preencham suas vagas de nível técnico.
Existe demanda, mas a falta de profissionais com certificação dificulta a contratação de mão-de-obra qualificada. Então, os profissionais que têm experiência e conseguem diploma, são os mais requisitados e escolhem quais vagas querem preencher.
Além de escolher as melhores vagas, a concorrência também é menor para quem tem experiência e tira o diploma técnico por competência, ao:
Realizar o sonho de ter um diploma nível técnico é mais fácil com a certificação por competência e permite que a experiência se transforme em prova de qualificação.
Ambos são importantes e têm suas próprias vantagens. O diploma pode colocá-lo na linha, enquanto as habilidades podem ajudá-lo a progredir em sua carreira. As habilidades são muito específicas, enquanto o diploma nutre a pessoa com informações e conhecimentos abrangentes.
A Lei permite que pessoas estudem primeiro e recebam um certificado de qualificação técnica primeiro, assim como acontece nos cursos comuns; mas também permite que profissionais já qualificados, com experiência, testem seus conhecimentos e provem que estão qualificados para assumirem os níveis técnicos.
A possibilidade de tirar um certificado comprovando qualificação usando a experiência que o profissional já tem é garantida pela Lei 9394/96, artigo 41, que diz:
“O conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.”
Essa abertura de usar experiência para ser avaliado e receber certificação já ajudou milhares de profissionais a poupar tempo e dinheiro com cursos, investindo apenas em especializações que realmente lhe faltam experiência, para agregar no conhecimento que já têm.
O MEC também deixa claro no parágrafo único do Artigo 41, que os diplomas de educação profissional de nível médio, quando registrados, têm validade nacional.
Isso significa que tanto o diploma de curso quanto o Diploma da Certificação Técnica por Competência são válidos em todo o Brasil.
“O conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos.”
A certificação por competência, ou diploma técnico por competência, pode ser feita de forma simples e em poucos passos:
O resultado da prova de competência sai na hora e o profissional recebe o diploma e o histórico escolar em 20 dias por PDF, contando a partir da data do pagamento do certificado. Com isso, o profissional já consegue entrar com o pedido nos conselhos de classes:
Em 45 dias, o diploma chega impresso na casa do profissional. Os diplomas são válidos em todo o Brasil, como se você tivesse passado 2 anos em um curso, mesmo fazendo apenas uma prova para provar sua experiência.
O diploma técnico por competência é aceito da mesma maneira que o diploma de quem fez curso presencial e você compete no mesmo nível que outros profissionais.
O certificado técnico por competência não é um curso, mas sim uma aferição técnica, que reconhece e comprova suas habilidades e conhecimentos.
São mais de 35 cursos técnicos, que você pode conhecer na página oficial do IBQP - Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional, clicando aqui.
Se preferir, você também pode clicar no botão abaixo para falar sem compromisso com a equipe da IBQP e receber informações sobre seu diploma técnico por competência.
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De acordo com dados atualizados a inclusão e a nova era de negócios dominam-se no digital, com anúncios no Fakebook e Google.
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